segunda-feira, 12 de março de 2012

I Encontro Internacional sobre o Uso de Tecnologias da Informação por Crianças, Adolescentes e Jovens Adultos: E.S.S.E. MUNDO DIGITAL

Acontece, em 19 e 20 de abril, no Rio de Janeiro, o I Encontro Internacional sobre o Uso de Tecnologias da Informação por Crianças, Adolescentes e Jovens Adultos: E.S.S.E. MUNDO DIGITAL. O evento é organizado pela Faculdade de Ciências Médicas da UERJ, em parceria com o Centro de Estudos Integrados Infância, Adolescência e Saúde – CEIIAS e com o Instituto Integral do Jovem – INJO.

Direcionado aos profissionais de diversas áreas, o Encontro tem como objetivo apresentar temas relevantes e promover debates sobre como transformar o uso da internet numa fonte mais segura, ética, educativa e saudável de conhecimentos, além de uma ponte de diálogo entre as gerações. Haverá espaço para a exposição de pôsteres sobre temas pertinentes ao evento, além de tradução simultânea das palestras.

Para mais informações e efetuar sua inscrição, basta acessar o site www.essemundodigital.com.br. As inscrições podem ser feitas até 10 de abril.

Fontes:
http://www.direitosdacrianca.org.br/em-pauta/i-encontro-internacional-sobre-o-uso-de-tics-por-criancas-adolescentes-e-jovens-adultos
http://www.essemundodigital.com.br/index.html

Aprovado no vestibular, 1º aluno com Down da UFG rompe preconceito




Ser aprovado em uma faculdade pública é um sonho de muitos jovens que se tornou realidade para Kallil Assis Tavares, 21 anos, que na próxima segunda-feira começa a estudar geografia no campus de Jataí da Universidade de Goiás (UFG). Para a instituição, a conquista de Kallil é ainda mais importante e precisa ser reverenciada, já que ele é o primeiro aluno com Síndrome de Down a ingressar na universidade. "Isso demonstra que nós estamos conseguindo superar o preconceito, que infelizmente ainda existe em nossa sociedade", afirma a coordenadora do Núcleo de Acessibilidade da UFG, professora Dulce Barros de Almeida.

Kallil não teve correção diferenciada, concorreu de igual para igual com todos os outros candidatos. "Apenas pedimos para que a universidade disponibilizasse um monitor para ler a prova e que as letras dos textos fossem maiores porque ele tem baixa visão", disse a mãe do jovem, Eunice Tavares Silveira Lima. Segundo ela, Kallil sempre foi estudioso e desde criança gostava de mapas.

"No segundo ano do ensino médio ele decidiu que iria fazer vestibular para geografia. Nós apoiamos a escolha, mas ficamos surpresos com a aprovação, era uma prova muito difícil", afirmou Eunice. Ela ainda disse que o filho estudou apenas dois anos em uma escola especial. Com 5 anos de idade ele foi para um colégio privado de ensino regular. "O colégio não tinha nenhum aluno com Down, mas quando há vontade de se trabalhar a inclusão, se dá um jeito. Foi disponibilizado um monitor e os professores sempre apoiaram meu filho", conta.

Ela acredita que o fato de Kallil ter estudado em uma escola regular vai contribuir com a adaptação na universidade. "Não sou contra as escolas especiais, mas elas devem servir como um apoio, um lugar para onde os alunos vão no contraturno", explica. A mãe ainda disse que não cria expectativas sobre como será o desempenho dele daqui em diante. "Não estamos programando nada especial para o Kallil quando começar as aulas. De acordo com as necessidades que ele apresentar, nós como família e a universidade teremos de nos adaptar", disse ao destacar que o filho pode precisar do auxílio de um monitor durante as atividades em aula.

A coordenadora do Núcleo de Acessibilidade da UFG concorda sobre a importância de alunos com necessidades especiais frequentarem escolas regulares e diz que a universidade tem a obrigação de atender todas as exigências desses estudantes para que eles cumpram com o direito de fazer um curso superior. "Nós temos um aluno cego no curso de Ciência da Computação que recebe acompanhamento de um monitor. Se essa for a necessidade de Kallil, com certeza estaremos prontos para disponibilizar isso".

O núcleo para atender alunos com necessidades especiais na UFG foi criado em 2010. De lá para cá, a instituição ganhou 15 estudantes surdos, que fazem o curso de Letras, além do jovem cego. A professora Dulce espera que o caso de Kallil sirva de exemplo para que nas próximas seleções mais estudantes com necessidades semelhantes sintam-se motivados em fazer um curso superior. "Isso incentiva as famílias a acreditar no potencial que essas pessoas têm. E cabe a nós, como educadores, mostrar que o preconceito não pode existir mais", completa.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5629546-EI8266,00-Aprovado+no+vestibular+aluno+com+Down+da+UFG+rompe+preconceito.html

Turma - Especialização em Pedagogia Hospitalar da FAMESP



Encerramento do módulo I da Turma B - Especialização em Pedagogia Hospitalar da FAMESP. 11/03/2012 - Prof. Marcelo e alunos do curso.